Tava na hora de atualizar isso aqui..... Nenhum dia melhor como hj! Não que eu possa dizer tudo que gostaria pois, por uma questão de politica profissional acho que deveria guardar pra mim.
Sem muitos detalhes ou nomes, o cara sentado na minha frente, meu suposto co-orientador, não tem a menor noção de timing!
O que adianta vir me falar tudo o que ele me falou, se durante essa semana não tem absolutamente nada que eu possa fazer a respeito? A única coisa que ele conseguiu com isso foi cortar o barato do trabalho que eu tenho que preparar pra summer school, piorar meu dia que já começou com um baita mau-humor da TPM, me deixar louca de vontade de manda-lo a merda e ir embora.
Eu vim até aqui com um proposito. Se por força maior eu não tenho como desempenhar minha função, o problema não é meu. O que é meu, é o meu futuro título de PhD que não vai ser em qualquer outro tema senão o que eu escolher. O que ele tá pensando? Durante a semana que ninguém ta aqui pra me ajudar, ele larga esse nabo na minha mão e quer que eu fique tranquila esperando a outra semana chegar, pra eu passar o nabo pra frente????? Francamente!!!!!
Já tinha sido avisada da reputação da figura antes de vir....Se bem que nesse caso ele tem um pouco de razão. A questão é que ele não precisava ter dado esse discurso hoje, ou qualquer dia dessa semana. E ele está redondamente enganado se acha que a solução do problema é me convencer que Kibon é Haagen dazs!
Será que alguma coisa ficou clara?????
terça-feira, 23 de junho de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Era mesmo o que eu temia!
Se alguém não sabe, algumas festas cristãs da igreja ortodoxa acontecem 1 semana depois. Foi o caso da Páscoa, que foi comemorada aqui neste fds. Quinta o Renato e eu fomos no Allou Park, sexta e sábado fomos na praia, domingo o Re foi embora e eu fui leva-lo no aeroporto.
Dizem que a Páscoa é a maior comemoração cristã na Grécia. Pude ver que todas as lojas vendiam velas decoradas para acender durante as procissões, ovos de Páscoa (de chocolate e de galinha também), e carneiro, muitos carneiros nos açougues! Quando digo carneiro, digo o animal inteiro. Inteiro mesmo, com cabeça, olhos, patas, absolutamente tudo menos o pêlo. Interessante que também vendiam só a cabeça....Muitas cabeças. Cabeças com olhos pretinhos, dentes e orelhas. Mas OK, talvez seja um ritual....sei lá!
Bom, mal começou o feriado e a cidade começou a ser invadida por gente. Carro pra todos os lados, familias em todas as casas. Mas foi no domingo, quando fui levar o Renato no aeroporto que pude ter uma idéia do que realmente era essa celebração.
Um congestionamento fenomenal em direção às praias. Sorte minha que estava no contra fluxo. Tenho certeza que todos os gregos saíram de casa. As áreas ao ar livre começavam a ser tomadas conforme as familias iam chegando. Não tomavam apenas as praias, se embrenhavam pelo meio do matagal também!!!! Chegavam familias inteiras, com 3 ou mais gerações. Carregavam cadeiras, mesas e até a churrasqueira! Nesse dia eu vi o que era uma verdadeira "Farofa"!!!!!
Então todos aqueles carneiros inteiros surgiam nos espetos giratórios das churrasqueiras de cada uma das familias. Dá pra imaginar a cena? Um "mundaréu" de gente espalhada pelo mato, com uma churrasqueria enorme e um carneiro espetado grelhando.
Até aí, interessante, diferente, costumes e tradições de uma outra cultura. Hoje, quado cheguei no trabalho resolvi perguntar o que eles faziam com a cabeça.... Era óbvio, mas eu relutei em acreditar....Cabeça de carneiro cozida, com cérebro, olho e tudo mais! Mas segundo meus amigos, tudo bem pois muita gente não come isso não! Quem não come a sopa de cabeça come o cozido de entranhas.... Amarram os órgãos internos com os intestinos e cozinham. Esse sim é o popular!!!!!!
Dizem que a Páscoa é a maior comemoração cristã na Grécia. Pude ver que todas as lojas vendiam velas decoradas para acender durante as procissões, ovos de Páscoa (de chocolate e de galinha também), e carneiro, muitos carneiros nos açougues! Quando digo carneiro, digo o animal inteiro. Inteiro mesmo, com cabeça, olhos, patas, absolutamente tudo menos o pêlo. Interessante que também vendiam só a cabeça....Muitas cabeças. Cabeças com olhos pretinhos, dentes e orelhas. Mas OK, talvez seja um ritual....sei lá!
Bom, mal começou o feriado e a cidade começou a ser invadida por gente. Carro pra todos os lados, familias em todas as casas. Mas foi no domingo, quando fui levar o Renato no aeroporto que pude ter uma idéia do que realmente era essa celebração.
Um congestionamento fenomenal em direção às praias. Sorte minha que estava no contra fluxo. Tenho certeza que todos os gregos saíram de casa. As áreas ao ar livre começavam a ser tomadas conforme as familias iam chegando. Não tomavam apenas as praias, se embrenhavam pelo meio do matagal também!!!! Chegavam familias inteiras, com 3 ou mais gerações. Carregavam cadeiras, mesas e até a churrasqueira! Nesse dia eu vi o que era uma verdadeira "Farofa"!!!!!
Então todos aqueles carneiros inteiros surgiam nos espetos giratórios das churrasqueiras de cada uma das familias. Dá pra imaginar a cena? Um "mundaréu" de gente espalhada pelo mato, com uma churrasqueria enorme e um carneiro espetado grelhando.
Até aí, interessante, diferente, costumes e tradições de uma outra cultura. Hoje, quado cheguei no trabalho resolvi perguntar o que eles faziam com a cabeça.... Era óbvio, mas eu relutei em acreditar....Cabeça de carneiro cozida, com cérebro, olho e tudo mais! Mas segundo meus amigos, tudo bem pois muita gente não come isso não! Quem não come a sopa de cabeça come o cozido de entranhas.... Amarram os órgãos internos com os intestinos e cozinham. Esse sim é o popular!!!!!!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Parque de Diversões????
Quarta feira véspera de feriado.... Eu e o Renato a toa em casa. Tv grega ligada. Propaganda de um tal parque "Allou Fun Park". Bastou!
No dia seguinte, meio dia, chegamos!
Hora de comprar ingressos, 2 opções e 2 preços: Fun Pass €22 e Star Pass €29. Apesar de mais caro, o Star pass dava direito a 2 brinquedos extras, o Star Fly e o G6!!!!!! UAU! Não poderíamos desperdiçar a chance de ir ao Star Fly e no G6...... Honestamente o Renato não expressou muita empolgação pelos brinquedos radicais, mas eu disse que se ele não fosse eu ia sozinha. Então compramos o mais caro mesmo.
Tudo parecia perfeito! Um sonho de parque de diversões.....Dia de sol, parque vazio! Poderíamos ir em quaisquer brinquedo que quiséssemos, por quantas vezes quiséssemos!
Pra começar resolvemos ir na montanha-russa com cara de meia-boca. Só pra aquecer! OK! Sentamos no carrinho e baixamos a barra de segurança. Simples assim, afinal pra que mais dispositivos de segurança pra um brinquedinho simples daquele? Hahahahaha...... Primeira doce ilusão! Como o parque estava vazio, não tínhamos visto o maldito brinquedo funcionando.....não era só um carrinho percorrendo trilhos... era um carrinho percorrendo trilhos girando loucamente em torno do próprio eixo, fazendo curvas de 180 graus que dava pra jurar que íamos sair voando dali! Quando a diversão inaugural acabou, ficou bem claro pra nós 2 que aquela aventura não ia se repetir!
Rumo ao próximo brinquedo. O inofensivo splash..... O carrinho que desce uma montanha e espirra água em todo mundo. Esse tem no Playcenter! Ganhamos uma capa de plástico pra não molhar toda a roupa. Boa idéia! Dispositivo de segurança do brinquedo: Suas próprias mãos! Preciso continuar o relato? Acho que já dá pra imaginar o nível de emoção!!!!!
Hora da pausa pra recuperar os batimentos cardíacos.
Decidimos ir no "Gira-gira". Afinal, estamos eu e o Renato e uma garotinha de uns 6 anos acompanhada pelo pai. O que poderia haver de mal ali? Não bastasse um passeio pro inferno, a rodada ainda dava direito (= ninguém me perguntou se eu queria) a mais alguns minutos de repeteco. Isso significa que quando já pensávamos que a tortura tinha acabado, começava tudo de novo! Ficamos revoltados com aquele pai desnaturado. Coitada da criança.
Entretanto, foi estranho que a criança parecia OK. Não chorou. Tb não saiu pulando de alegria, mas parecia tudo bem. Foi então que começamos a suspeitar que houvesse razões para os parques de diversões serem normalmente dominados por jovens. Tb havia razões para os pais desses adolescentes geralmente permanecerem fora dos brinquedos, só observando. Foi então que percebemos que talvez já não mais fazíamos parte do grupo que se diverte nos parques de diversões. Talvez fosse a hora de migrarmos pro outro lado, e começar a fazer o papel do tio e da tia que levam os sobrinhos. Acho que estamos experimentando os primeiros sinais da idade!
Reflexões à parte, nosso dia no parque começou a adquirir um "quê" de "vamos acabar logo com isso e voltar pra casa". Ainda faltavam os G's (G4, G5 e G6), o Star Flyer (um gira-gira de cadeiras suspensas por correntes, que sobe uns 60m e fica girando) e o elevador (aquele que sobre 30m e despenca em queda livre).
Vez de ir ao elevador. Mal o bagulho começou a subir eu fui tomada de arrependimento e desespero. Lá no alto, a bela vista de acrópoles se tornou um monte de pedra empilhada enquanto eu podia ouvir o som do meu coração batendo em pânico total. Essa tortura nas alturas durou exatos 75 segundos. 75 segundos suficientes pra me fazer jurar que depois desse brinquedo eu ia embora e nunca mais ia pagar pra passar por aquele tipo de sofrimento. 75 segundos onde eu percebi que preferia pagar €29 (até mais) pra não ter que me submeter aos G's e ao tal do Star Flyer! 75 segundos foi o tempo que demorei pra descobrir que o nome "Parque de diversões" não fazia mais nenhum sentido, deveria ser algo tipo "Parque de trouxas que pagam pra passar por isso!". Felizmente depois da queda ficamos vivos pra contar essa história.
Apos essa carga máxima de adrenalina o Renato sugeriu que fossemos num brinquedo bem sossegado, parecido com a "xícara". OK! Estávamos nos divertindo até o momento em que o brinquedo começou a funcionar de verdade.... Saí de lá com uma verdadeira vontade de vomitar. Acho que só não vomitei pq não tínhamos comido nada. Depois disso ficou decidido: a diversão agora seria sentar do lado dos brinquedos (G4, G5 e G6) e ver quem eram os trouxas que iriam entrar ali!!!!! Foi mesmo bem engraçado ver a cara de arrependimento dos adolescentes e como eles disfarçavam mal perante os amigos sobre como tinham se divertido! Hahahaha
No fim de todo estresse tomei um merecido mega sorvete Ben & Jerry's e voltamos pra casa.
No dia seguinte, meio dia, chegamos!
Hora de comprar ingressos, 2 opções e 2 preços: Fun Pass €22 e Star Pass €29. Apesar de mais caro, o Star pass dava direito a 2 brinquedos extras, o Star Fly e o G6!!!!!! UAU! Não poderíamos desperdiçar a chance de ir ao Star Fly e no G6...... Honestamente o Renato não expressou muita empolgação pelos brinquedos radicais, mas eu disse que se ele não fosse eu ia sozinha. Então compramos o mais caro mesmo.
Tudo parecia perfeito! Um sonho de parque de diversões.....Dia de sol, parque vazio! Poderíamos ir em quaisquer brinquedo que quiséssemos, por quantas vezes quiséssemos!
Pra começar resolvemos ir na montanha-russa com cara de meia-boca. Só pra aquecer! OK! Sentamos no carrinho e baixamos a barra de segurança. Simples assim, afinal pra que mais dispositivos de segurança pra um brinquedinho simples daquele? Hahahahaha...... Primeira doce ilusão! Como o parque estava vazio, não tínhamos visto o maldito brinquedo funcionando.....não era só um carrinho percorrendo trilhos... era um carrinho percorrendo trilhos girando loucamente em torno do próprio eixo, fazendo curvas de 180 graus que dava pra jurar que íamos sair voando dali! Quando a diversão inaugural acabou, ficou bem claro pra nós 2 que aquela aventura não ia se repetir!
Rumo ao próximo brinquedo. O inofensivo splash..... O carrinho que desce uma montanha e espirra água em todo mundo. Esse tem no Playcenter! Ganhamos uma capa de plástico pra não molhar toda a roupa. Boa idéia! Dispositivo de segurança do brinquedo: Suas próprias mãos! Preciso continuar o relato? Acho que já dá pra imaginar o nível de emoção!!!!!
Hora da pausa pra recuperar os batimentos cardíacos.
Decidimos ir no "Gira-gira". Afinal, estamos eu e o Renato e uma garotinha de uns 6 anos acompanhada pelo pai. O que poderia haver de mal ali? Não bastasse um passeio pro inferno, a rodada ainda dava direito (= ninguém me perguntou se eu queria) a mais alguns minutos de repeteco. Isso significa que quando já pensávamos que a tortura tinha acabado, começava tudo de novo! Ficamos revoltados com aquele pai desnaturado. Coitada da criança.
Entretanto, foi estranho que a criança parecia OK. Não chorou. Tb não saiu pulando de alegria, mas parecia tudo bem. Foi então que começamos a suspeitar que houvesse razões para os parques de diversões serem normalmente dominados por jovens. Tb havia razões para os pais desses adolescentes geralmente permanecerem fora dos brinquedos, só observando. Foi então que percebemos que talvez já não mais fazíamos parte do grupo que se diverte nos parques de diversões. Talvez fosse a hora de migrarmos pro outro lado, e começar a fazer o papel do tio e da tia que levam os sobrinhos. Acho que estamos experimentando os primeiros sinais da idade!
Reflexões à parte, nosso dia no parque começou a adquirir um "quê" de "vamos acabar logo com isso e voltar pra casa". Ainda faltavam os G's (G4, G5 e G6), o Star Flyer (um gira-gira de cadeiras suspensas por correntes, que sobe uns 60m e fica girando) e o elevador (aquele que sobre 30m e despenca em queda livre).
Vez de ir ao elevador. Mal o bagulho começou a subir eu fui tomada de arrependimento e desespero. Lá no alto, a bela vista de acrópoles se tornou um monte de pedra empilhada enquanto eu podia ouvir o som do meu coração batendo em pânico total. Essa tortura nas alturas durou exatos 75 segundos. 75 segundos suficientes pra me fazer jurar que depois desse brinquedo eu ia embora e nunca mais ia pagar pra passar por aquele tipo de sofrimento. 75 segundos onde eu percebi que preferia pagar €29 (até mais) pra não ter que me submeter aos G's e ao tal do Star Flyer! 75 segundos foi o tempo que demorei pra descobrir que o nome "Parque de diversões" não fazia mais nenhum sentido, deveria ser algo tipo "Parque de trouxas que pagam pra passar por isso!". Felizmente depois da queda ficamos vivos pra contar essa história.
Apos essa carga máxima de adrenalina o Renato sugeriu que fossemos num brinquedo bem sossegado, parecido com a "xícara". OK! Estávamos nos divertindo até o momento em que o brinquedo começou a funcionar de verdade.... Saí de lá com uma verdadeira vontade de vomitar. Acho que só não vomitei pq não tínhamos comido nada. Depois disso ficou decidido: a diversão agora seria sentar do lado dos brinquedos (G4, G5 e G6) e ver quem eram os trouxas que iriam entrar ali!!!!! Foi mesmo bem engraçado ver a cara de arrependimento dos adolescentes e como eles disfarçavam mal perante os amigos sobre como tinham se divertido! Hahahaha
No fim de todo estresse tomei um merecido mega sorvete Ben & Jerry's e voltamos pra casa.
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